São diversas as possibilidades, e vamos a algumas delas:
Típico estado projeciológico interrompido bruscamente por circunstâncias diversas: barulho, medo, algum chamado, etc;
O cérebro saí de Beta (consciência exterior e interior, com ondas cerebrais entre 14 a 28 ciclos por segundo) para entrar em Teta (sono normal e reparador, com oscilações de 4 a 7 c/s), sem passagem por Alfa (estágio intermediário, 7 a 14 c/s), daí o soco experimentado que geralmente acorda o indivíduo.
O espírito ou mente, num estado projeciológico inicial opta, por uma razão qualquer, pelo retorno.
Quase todas as pessoas já experimentaram situações assim, e todos sabemos o quanto é ruim um despertar inesperado, e do tempo gasto – frações de segundos que parecem minutos – para situar-se no ambiente ou compreensão dos fatos, quando o cérebro saí repentinamente de Teta para entra em Beta, sem aquele gosto sono da madrugada.
O duplo ausente chegou de repente?
Muitos acreditam que sim.