Para justificar tantas coincidências de mitos – lendas e panteões –, religiosos entre povos diversos e distantes, alguns estudiosos determinam que, em algum lugar do passado histórico humano, houve alguma civilização adiantadíssima, em relação às demais, a ponto de influenciar de maneira significativa aquelas outras culturas.
Mas, alguns requisitos básicos tornam-se necessários para tais acontecimentos: a civilização dominante deveria estar num estágio evolutivo desproporcional, em relação as demais; ter-se desenvolvido com elementos mais próprios possíveis; apresentar avanços tecnológicos; ter estabelecido contatos ou domínios mais ou menos longos com os influenciados; e sua obra ter sido de caráter quase que universal – estabelecimento de colônias distantes mas sempre assistidas, em partes distintas do globo, alem de fazer de seus primeiros discípulos, pregoeiros das boas-novas ensejadas.
Especialistas há que exigem que a própria derrocada do império dominador tenha sido, senão catastrófica, pelo menos violenta, para que os relatos dos sobreviventes ou testemunhas, tivessem deixado marcas profundas nas mitologias e lendas, bem como nas consciências dos povos submetidos ou aliados.
Estabelecidos os pontos, voltamos às grandes civilizações do passado, tomando-se aí, primeiramente – mas não necessariamente em ordem cronológica –, a Sumeriana.
A história não dá saltos, segundo o decodificador do Espiritismo, Allan Kardec, mas parece ter havido uma exceção, com referência ao povo sumeriano, de origem desconhecida – segundo Amar Hamdani na obra Suméria, a Primeira Grande Civilização, edição Otto Pierre, 1.978 – de língua enigmática, sem nenhuma correspondência com qualquer outro povo na região, com semelhança apenas ao dravídico indiano e do antigo Ceilão, tudo indicando que esta civilização Sumeriana relacionou-se ou era ramo dos dravidianos, numa séria suposição de Ourssel Masson – La Philosophie en Orient – mencionada por Challaye.
Com ou sem aqueles paralelos linguísticos, o povo sumeriano surgiu na região da Mesopotâmia em meados do 4º milênio a. C., encontrando uma população vivendo na pré-história – povos nômades e semi nômades –, vagando pela região, com pouco cultivo, vida pastoril insipiente, com artefatos de pedras e alguns poucos utensílios talhados.
A fixação sumeriana não encontrou resistências e, de forma tão súbita quanto seu aparecimento na região, determinou uma vida sedentária, instalando cidades, irrigando campos, criando uma vida social sem precedentes e regrada pelo direito, incremento às artes – em belas esculturas –, aplicando um sistema inteligível de escrita – primeiro no mundo –, regras numéricas e matemáticas, estudos e tratados de astronomia, práticas e avanços das ciências médicas, desenvolvimento da ciência militar, e uma engenharia arquitetônica revolucionária – princípio dos arcos nas construções.
Se a sua literatura não foi das mais ricas – ao gosto dos pesquisadores –, podem ser destacadas no entanto o Mito da Criação e a Epopéia de Gilgamesh, alem de algumas outras narrativas míticas e épicas, ao lado das de louvores e lamentações às condições humanas, com personagens inspirados pelo destino da dor e do ser – palavras tomadas de empréstimo de Leon Denis – diante de universo de deuses.
Apesar da considerada pobreza literária sumeriana, foram justamente seus personagens e contos que, plagiados e adaptados posteriormente, deram vida aos deuses formadores da história e das religiões de outros povos, com influências nos usos e costumes, moral e regras sociais, sem considerações às demais assimilações técnicas e de estudos.
É interessante observar, que os sumerianos não tinham uma literatura sagrada propriamente dita, e muito menos legou à humanidade o seu sistema religioso definido de crença, até mesmo porque não o tinha, contudo sua visão metafísica penetrou tão profundamente nos povos circunvizinhos, que é impossível não identifica-la nas civilizações que lhe sucederam e naquelas que posteriormente se formaram.
A civilização Sumeriana não foi o que pode ser chamado de elemento civilizador universal, mas teve importante participação na formação dos povos, partindo com os acadianos, babilônios e semitas em geral, como seus sucessores imediatos, e que vieram, ao longo dos tempos, contribuir para influenciar o mundo de então.
Inserido nestas linhas de pensamentos, surge como elemento colonizador o povo fenício, aparentemente sem nenhuma conotação direta com os sumerianos, conhecido como a civilização dos navegantes comerciários e que, como tal, lançou-se aos mares e oceanos, fundando colônias nos mais diversos pontos do mundo, como postos e entrepostos comerciais, estabelecendo rotas marítimas.
A Fenícia mantinha estreitas relações com o Egito – e este teve influência sumeriana –, a tal ponto que o Faraó Nekaó (609 – 594 – a. C), financiou uma expedição marítima realizada pelo navegador fenício Haram que, saindo pelo Mar Vermelho ganhou o Índico, contornou a África, singrou águas do Atlântico para chegar ao Egito, pelo Mediterrâneo – descrição Livro 3 – História Geral I, de Claudio Vicentino e Gilberto Marone – 2ª edição Anglo Vestibulares 1.990/l.99l.
Salomão (97l – 932 a. C), rei de Israel, nação fortemente influenciada cultural e religiosamente pelos povos mesopotâmicos, utilizou-se dos navegantes fenícios e, às vezes, frotas de seus navios, para viagens comerciais com a Espanha, que duravam três anos, partindo do Mar Vermelho – Bíblia, II Crônicas 9: 21 e I Reis 10: 22, mais as referências.
No livro de I Reis 9: 26 - 28, Salomão determina construção de uma frota que é equipada pelos fenícios e por eles conduzida, e que chegaram até Ofir; em II Crônicas 8: 18, o rei fenício mandou a Salomão navios e gente prática do mar que foram a Ofir.
Dos textos bíblicos referidos, cabem atenções quando das colocações chegaram até Ofir, em distinção com foram a Ofir. Salvo se por problemas de traduções / versões, tem-se a impressão de que Ofir não era situada na rota comum das navegações de Asion-Geber, no Mar Vermelho, até a Espanha, sendo que o texto bíblico deixa transparecer que a chegada da frota de Salomão até Ofir, fora uma grande proeza, muito mais que ir à Espanha.
Onde porém localizar Ofir?
Nada se sabe a respeito, sendo que a Arábia, Etiópia, Índia e até a América do Sul e nesta o Brasil, alem da África, já foram cogitadas como a misteriosa e riquíssima Ofir.
Porque os israelitas utilizavam-se, pelos fenícios, a rota contornando a África para se chegar à Espanha? Não seria mais econômico e viável pelo Mediterrâneo?
Osvaldo Ronis, Geografia Bíblica edição 1.975, traz a explicação de que o Mediterrâneo é de pouca profundidade na costa palestínica, assim impedindo a aproximação de navios de maior calado, mesmo dos tempos antigos; razão pela qual o Mediterrâneo não funcionava, para Israel, como caminho marítimo, antes o isolava do mundo. Nesta obra, onde o autor descreve sobre a Geografia Palestínica e não sobre aquelas viagens, destaca-se que os israelitas valiam-se dos portos fenícios no Mediterrâneo e poucas vezes do porto de Jope, sob seu domínio, dado os recifes e bancos de areia.
Logicamente cabem discordâncias das explicações de Ronis e, longe de discussões e pressupostos, a realidade era que os fenícios atingiam, pelos mares e oceanos, as mais distantes terras, inclusive atingindo as Américas, onde as marcas de suas passagens, sobretudo na América do Sul, não são meros indícios, e das quais a América ainda não perdeu lembranças.
Numa interessante matéria inserida na publicação Planeta, de numero l4, 1973, de Antônio Carlos Dumortout Werneck – A Esfinge da Gávea –, cita estudiosos e autores diversos que descrevem e afirmam as passagens dos fenícios pelas Américas, no caso, o Brasil. Na revista mensal Planeta, numero 198, de março de 1.989, matéria Pedra da Gávea – O Mito e a Realidade, Aurélio M.G. de Abreu, também faz citações de especialistas que atestam presença fenícia no Brasil. Se as matérias não trazem a profundidade desejada para o assunto, também não eram esses os objetivos, por outro lado citam excelentes fontes de pesquisas.
Mas como os fenícios chegavam à América?
Se o contorno do continente africano não lhes era desconhecido, nada poderia obsta-los no avanço à América do Sul. Poderiam também chegar pela rota dos escandinavos, aos atuais Canadá e Estados Unidos, caminhos que os celtas e vikings utilizaram, comprovadamente, tempos depois. Outra rota seria pela China – que também efetivamente manteve algum contato com a América – ou pelas ilhas do Pacífico em direção às costas americanas, pelos prováveis caminhos dos melanésios.
Efetivamente os fenícios fizeram isto?
Primeiro há de se considerar que os fenícios não somente faziam rotas comerciais conhecidas, como também se aventuravam por águas desconhecidas, em busca de novos postos avançados. Não bastasse isto, também prestavam serviços a outros povos, a exemplos citados de Israel e Egito.
Neste aspecto, de prestações de serviços ou de viagens financiadas, ressalte-se o Egito: não eram navegadores a nível dos fenícios e, não obstante, estiveram nas Américas, não por indícios ou provas esparsas, mas comprovadamente por pesquisas e levantamentos das mais alta ordem, desde os estudos comparativos de hieróglifos egípcios e maias, que não apenas coincidem em pelo menos treze caracteres, como possuem os mesmos significados, conforme o estudioso Auguste de Le Plangeon, ou das escritas dos guaranis também semelhantes às dos egípcios, demonstradas pelo Doutor Bertoni, como ainda as comprovações arqueológicas das hipóteses de Braghine, todos estes mencionados na obra de Philippe Azis, Atlantida – a Civilização Desaparecida – pela Otto Pierre Editores, 1.978, que, aparentemente não se trata de um atlantólogo, uma vez que sua obra é uma coletânea de teses audaciosas, quase sempre recorrentes a especialistas renomados, sem deixar de citar os ficcionistas e especuladores.
Ainda por Azis, outros paralelos são destacados, como as proximidades das divindades egípcias com as dos maias e incas, cujos números ultrapassam as barreiras das simples coincidências; também, as provas incontestes de realizações que saltam aos olhos de tantas igualdades, como as esculturas, estatuetas, obras de engenharias – construções civis e obras de irrigações – murais com os mesmos motivos, e as famosas pirâmides, alem das ciências médicas e astronômicas.
Se o Egito esteve na América, os judeus – povo de Israel – não deixaram por menos; também não eram notáveis navegadores, utilizando-se quase sempre dos fenícios, em suas viagens mais longas, porém sua presença nas culturas americanas tem sido objetos de muitas atenções por parte dos especialistas, sejam pelos traços fisionômicos característicos, onde esculturas identificam tais semelhanças, observáveis em tribos de México e Peru; pelas identidades linguísticas de algumas tribos americanas com o semítico, ora pela exagerada semelhança da Gênesis Bíblica com o Codex Maia, e crenças de praticamente todos os povos americanos, com as mesmas inspirações e personagens, e até mesmo em rituais – circuncisão – e regras de ordens gerais. (Posições baseadas nas obras de Braghine).
Em suas viagens à América, os fenícios utilizavam não somente a rota pelo contorno do continente africano, mais utilizada para navios de grande porte, mas também – com navios menores – o itinerário Espanha, onde tinham a colônia de Tarsis, Açores e continente Americano.
Por Braghine sabe-se que em Açores foram encontradas moedas fenícias (cartaginesas), e lá existiam estátuas, inscrições e um marco apontando em direção ao continente americano - a célebre estátua equestre.
Viagem pela rota dos nórdicos pode parecer, num primeiro momento, algo muito vago, porem consideramos: os nórdicos não eram estranhos aos povos do Oriente Médio, em cuja região mantiveram, por longo período, uma Federação; cita-os a Bíblia, como os filisteus – traços fisionômicos, cultura, divindades e língua, alem dos tratados entre eles com o povo egípcio.
Descrevem e atestam as presenças nórdicas no Oriente Médio, alem de outros autores, Olivier Launay – A Civilização dos Celtas –; Patrick Louth – A Civilização dos Germanos e Vikings; e Jean-Claude Valla – A Civilização dos Incas. As obras mencionadas, fazem partes da coleção Grandes Civilizações Desaparecidas, da Otto Pierre Editores.
Considerando a presença nórdica no Oriente Médio, e que muito tinham a oferecer em termos comerciais e tecnológicos – armas, navios e artefatos, além de produtos alimentícios do mar –, seria impossível que mercadores fenícios não se dirigissem até às terras de origens daqueles povos, para transações, e de lá não prosseguissem à Islândia, Groelândia e Vinlândia – América.
Uma rota para a China se sustenta pelas razões: a civilização chinesa, de 1890 à 1100 a.C., plantava trigo, produzia seda, lavrava o jade, fazia artefatos de bronze, fundia o ferro, utilizava a roda e tinha carros de guerra e de transportes que, sem dúvidas, eram produtos e avanços que interessavam às civilizações com as quais mantinha comércios, como a Índia, Pérsia e povos circunvizinhos.
Um comércio terrestre, utilizado internamente, era contudo dificultado quando se tratava daquelas outras nações, em razão do Himalaia, que o inviabilizava em termos econômicos; e pelos caminhos dos mares, apenas a Fenícia tinhas condições para realizações, dado conhecimentos das rotas marítimas e infra-estruturas para empreendimentos de tal magnitude.
A China somente aventurou-se ao mar, para longas viagens, em 1403 da era atual, atingindo o Sudeste Asiático, Índia, Ormuz, Pérsia, África Oriental, regiões do Mar Vermelho e Arábia; inexplicável e repentinamente em 1443 as navegações chinesas foram cessadas – Nações do Mundo / China, Editora Cidade Cultural, 1.989.
Mas os chineses chegaram à América e os traços de suas influências são fortíssimos, tanto na cultura Chavin no Peru, quanto na Olmeca no México, conforme refere-se Jean-Claude Valla, fundamentando-se nos estudos do alemão Robert Heine Goldern, que tinha como fonte do Professor Pedro Bosch-Gimpera, da Universidade do México, e nas narrativas colhidas do estudioso Juan de Torquemada.
Citando Henriette Mertz: Deuses do Extremo Oriente: Como os Chineses Descobriram a América, a Planeta l39-D narra uma possível expedição chinesa em 2.250 a. C. e uma outra no século V da era atual, sendo que esta deixou fortes influências nas artes, ciências e religião dos autóctones do México e sul dos Estados Unidos, onde mais se encontram pontos comuns entre as culturas chinesa e a do novo mundo, inclusive nos sistemas de calendários e astronomia.
Não se trata de por em dúvida a capacidade de navegação dos chineses em direção à América, até porque sua estadia no continente americano é inegável, sob e sobre todos os aspectos e pontos de vistas dos especialistas, porém, traze-los como cultura influenciadora no novo mundo, pós Cristo, seria no mínimo rejeitar a história daquela civilização.
O período de formação de base dos povos americanos é pré às grandes civilizações encontradas pelos conquistadores espanhóis, como as Inca, Asteca e Maia, pois que nestas ocorreram como elementos reformadores culturais, os celtas e os vikings, com traços e roupagens cristãs, quando iniciou período de aquisições dos novos valores, sem omissões dos anteriores, então somente apagadas com a chegada dos europeus invasores, no final do século XV e início do XVI, conjuntamente com o Clero Católico.
Existem, do lado dos chineses, relatos que comprovam suas viagens à América ou vínculos com a Fenícia, em grandes expedições?
Salvo alguns fragmentos raros, mais próximos a lendas, parece que nada mais existe, cabendo apenas a lembrança de que, entre 22l a 206 a.C., foram queimados todos os livros e documentos pela dinastia Qin, apagando-se todos os traços de possíveis vínculos ou dependências da China, em relação a outros povos, por serem considerados subvertedores e diminuidores do poder chinês; em troca de tamanha estupidez, a humanidade recebeu, como legado, a Grande Muralha, daquela dinastia – Nações do Mundo / China.
A América também foi visitada pelos negróides, africanos e melanésios, e eles acham-se representados nas esculturas, em partes distintas do continente. São fatos comprovados por estudiosos, porem não foram elementos modificadores ou influenciadores de culturas, segundo Jean-Claude Valla.
Braghine admite que os negróides poderiam ter chegado à América, como escravos, principalmente os da África e, neste caso, porque não pelos fenícios que tão bem conheciam aquele continente?
Também os contatos dos fenícios com os polinésios e australóides (estes chegaram ao continente americano, extremo sul, há pelo menos oito mil anos atrás, num período de regressão glaciária, pela Antártida), parece bem possível, principalmente com os primeiros que chegaram à América, pelo Pacífico.
O povo fenício pode ser considerado, senão um elemento civilizador universal, pelo menos o grande interador entre os povos da antiguidade.
Excluir esta possibilidade, seria admitir então uma Atlântida ou alguma outra grande civilização, Mú por exemplo; mas delas faltam evidências materiais de existência, sendo todas as demais tidas como especulações e hipóteses, que apenas atestam influências no mundo, mas nada alem do que algum povo, a nível dos fenícios, não pudesse realizar.
Alguns ficcionistas e até mesmo autoridades sérias, apostam em civilizadores extraterrestres, ficando contudo tais hipóteses em meras especulações. Uma evidência, todavia se faz séria e salta aos olhos dos pesquisadores e curiosos do assunto, quando se trata do enigmático, desconhecido porém possível planeta X, do nosso sistema solar, que tem merecido atenções de cientistas, como John Anderson, pesquisador da NASA no Projeto Pionner, do Centro de Pesquisas Ames, numa citação de entrevista publicada pela Planeta l27, com o escritor norte americano Zecharias Sitchin: As Pistas do l0º Planeta – matéria de Philippe Piet von Putten.
Aliás, é o próprio Sitchin o defensor numero um dessa tese; ele, alem de renomado escritor, é um dos apenas quase duzentos homens no mundo que lê e decifra a escrita sumeriana , sendo merecedor de interessante e elucidativa matéria na coleção Mistérios do Desconhecido – Contatos Alienígenas, pela Abril Livros, 1993.
Para Sitchin, o planeta X não é outro senão Nibiru, cujas possibilidades de existência foram encontradas nas descobertas arqueológicas sumerianas, descritas em antigas inscrições traduzidas, e que especialistas astrônomos atuais confirmam as evidências: um estudo das órbitas de Urano e Netuno deixou evidente, segundo cientistas, a possível materialidade de um décimo planeta em nosso sistema solar, também chamado de Planeta X. – Sitchin à von Putten em entrevista informada.
Já de há muito, exegetas bíblicos mais avançados têm aventado indícios bíblicos de que extraterrestres tenham mantido contato com os primeiros homens da terra, destacando alguns textos bíblicos como Gênesis 6: 2 e 4: viram os filhos dos deuses que as filhas dos homens, e, os filhos dos deuses se uniram às filhas dos homens.
Porém foi Sitchin quem, com sua autoridade de linguista e estudioso bíblico, estabeleceu neste contexto o surgimento do homem desperto para a civilização e a origem de sua religiosidade, explicando-se aí a Gênesis Bíblica e suas fontes de origem, na identificação com os filhos dos deuses, ou sejam, os extraterrestres.
Sitchin contudo não é levado muito a sério por outros estudiosos, que consideram como mitológicas as sagas sumerianas, mas a tese é notória, preenchendo os requisitos exigidos para um elemento civilizador universal, mas sua comprovação, se mito ou realidade, somente quando Nibiru adentrar novamente na janela possibilitadora de contato com a terra.
De qualquer maneira, o certo é que o berço civilizador da humanidade, foi a Suméria. Porque os sumerianos?
Simples, porque eles inventaram a escrita e souberam colocar como suas, as visões metafísicas dos povos com quem manteve contatos, ou daqueles de quem ouviram falar.
Para prosseguir matéria, clique: O HOMEM: DE ONDE VEIO, PORQUE ESTÁ. . .